Os cabelos na moda e no cinema

Os cabelos na moda e no cinema Que os cabelos e penteados mudaram muito ao longo do tempo é um fato. Das perucas egípcias até os coloridos e esculturais cabelos punk, a forma de moldar os cabelos reflete a época, o comportamento e o status social.

Que os cabelos e penteados mudaram muito ao longo do tempo é um fato. Das perucas egípcias até os coloridos e esculturais cabelos punk, a forma de moldar os cabelos reflete a época, o comportamento e o status social. No século XX, com a propagação do cinema como um veículo de cultura, entretenimento e moda, passa a ser comum copiar os penteados das atrizes. Nos dias atuais as celebridades continuam ditando moda e fazendo a cabeça da mulher contemporânea.

Nos anos 20, os cabelos curtos, à la garçonne, lisos ou ondulados, das divas do cinema mudo eram os mais copiados. Nos anos 30, os cabelos mais compridos volta à cena, assim como os glamurosos chapéus. As estrelas Katharine Hepburn, Marlene Dietrich e Mae West servem de inspiração. Os anos 40 trazem a mítica Gilda interpretada pela bela e inesquecível Rita Hayworth com suas madeixas ruivas e onduladas. As loiras dominam os anos 50, com símbolos sexuais como Marilyn Monroe, com seus cabelos platinados e ondulados, e Brigitte Bardot com penteados altos e elaborados.

Os penteados dos anos 60 trazem feminilidade e atitude, caracterizados pelo volume. Entrem em cena produtos fixadores para o cabelo não desmanchar no meio da festa. A musa Audrey Hepburn encantou o mundo com sua personagem Holly Golightly, do clássico Bonequinha de Luxo (1961). Nessa época também surge o movimento Black Power e os cabelos crespos ao natural ganham as ruas como uma atitude política e de afirmação racial.  No final da década de 60 e começo dos anos 70, Mia Farrow revoluciona com seu cabelo curtíssimo no filme O Bebê de Rosemary (1968), que acabou levando milhares de mulheres ao salão para uma mudança radical. Os hippies também dominaram a década de 70 e os homens passam a usar cabelos compridos.

Os extravagantes anos 80 literalmente sobem à cabeça, com bastante uso de gel, mousse, cores inusitadas e penteados exagerados e polêmicos. A moda punk faz a cabeça da juventude e a cena pop mixa música, cinema e TV. A cantora e atriz Madonna é uma das mais copiadas, com seus grandes laços na cabeça. Nos anos 90, os cabelos ganham mais liberdade de expressão, curtos, médios ou longos, com franjinha e os ondulados mais naturais com visual meio “desarrumado”. Um dos cabelos mais copiados da década de 90 foi o da atriz Jennifer Aniston, com sua personagem Rachel da série americana Friends que usava um corte médio em camadas e para as que preferiam um cabelo mais curtinho, a inspiração vinha de Meg Ryan, estrela de comédias românticas.

A partir dos anos 2000, é inaugurada uma era tecnológica também para os cabelos, onde é possível fazer praticamente tudo, cortar, alongar, colorir, descolorir, ondular, alisar, o céu é o limite. Os cortes curtos repicados e assimétricos fazem sucesso inspirados por celebridades como a cantora Rihanna e Victoria Beckham. Há lugar também para modelos glamurosos como os loiros ondulados de Gisele Bündchen e os penteados de inspiração sessentista da cantora Adele. Atualmente, as mulheres possuem uma liberdade de escolha muito grande, elegendo o corte e penteado que mais combina com sua personalidade e momento de vida. Afinal, quando quer mudar alguma coisa na vida, a mulher sempre começa pelo cabelo.




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